O fim da miséria

Não existe um único brasileiro que não queira o fim da miséria no país.

Este é um desafio que precisa ser enfrentado com responsabilidade e requer que o compromisso com a propaganda não supere o compromisso com a transformação da dura realidade vivida por milhões de pessoas no país.

 

Leia mais: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2014/05/1459877-o-fim-da-miseria.shtml.

Para mudar o Brasil

O PSDB apresenta amanhã, em Brasília, as primeiras ideias colhidas em encontros regionais, que, acreditamos, podem representar as bases de uma nova agenda para o Brasil.

Não se trata de um diagnóstico técnico ou um programa de governo, mas de reivindicações, cobranças, expectativas e sentimentos vindos dos quatro cantos do país, que constituem pontos de partida para o aprofundamento do diálogo com os brasileiros.

 

Leia mais: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2013/12/1386057-para-mudar-o-brasil.shtml. 

Aécio Neves defende projeto que inclui Bolsa Família como direito social do brasileiro

O senador Aécio Neves defendeu a aprovação, nesta quarta-feira, do projeto de lei de sua autoria que inclui o Bolsa Família no conjunto de direitos sociais garantidos aos brasileiros para a erradicação da pobreza. O projeto deve ser votado na semana que vem.

 

Fala do senador Aécio Neves:

“O que a matéria busca é simplesmente elevar o programa Bolsa Família à estatura de programa de Estado. Queremos fazer com que o Bolsa Família deixe de ser apenas um programa de um governo, para que haja segurança para aqueles que o recebem e que possamos, a partir daí, definir outras etapas, outros caminhos para que, efetivamente, tenhamos no Brasil, políticas de superação da pobreza e não apenas de administração diária da pobreza.”

 

Boletim

Sonora

Aécio Neves – Entrevista Coletiva sobre o trabalho da oposição

O senador Aécio Neves, em entrevista coletiva, hoje (04/12), em Brasília, falou do encontro que teve com parlamentares do PPS. O presidente nacional do PSDB destacou a afinidade entre os dois partidos e declarou que os políticos precisam conversar entre si. Aécio Neves também comentou sobre a nova agenda do PSDB, eleições 2014 e a renúncia de José Genoíno.

 

Leia a transcrição da entrevista do senador:

Sobre o encontro com parlamentares do PPS.

Faço uma visita a um grande amigo, líder político extraordinário que é o deputado Rubens Bueno, ao lado do meu conterrâneo, o deputado Humberto Souto, o deputado Jordi, do Pará, e conversamos um pouco sobre o quadro político.

Os políticos devem fazer isso, conversar. E tenho dito sempre que as afinidades entre o PSDB e o PPS são conhecidas e reconhecidas pelos brasileiros. Obviamente o PPS terá suas instâncias de decisão. Decisão que será sempre democrática em relação às futuras eleições. Mas não perdi a oportunidade de vir aqui dizer da importância de estarmos, mais uma vez, juntos.

Respeitarei qualquer que seja a decisão do PPS, mas é longa a tradição de caminharmos juntos, e ela faz bem ao Brasil, vem fazendo bem à democracia.

Portanto, deixei aqui a minha palavra de apreço aos companheiros da bancada do PPS.

 

Sobre a nova agenda.

Comuniquei ao líder Rubens Bueno e aos parlamentares que aqui estavam que o PSDB, nos próximos dias, apresenta à discussão da sociedade um conjunto de ações que consideramos essenciais para que o Brasil retome o crescimento sustentável, possa ter uma gestão do Estado mais eficiente do que a atual, restabeleça a credibilidade perdida dos investidores na nossa economia e permita políticas de superação da pobreza e não apenas de administração diária da pobreza, que me parece ser a prioridade daqueles que estão no governo.

Então, uma visita entre amigos e tenho muita esperança que nós, no que depender de mim logo, mas certamente, em algum momento vamos estar juntos para encerrarmos esse ciclo de governo do PT que tão mal vem fazendo ao Brasil, para podermos iniciar um outro onde ética e eficiência possam caminhar juntas. E ética e eficiência são as duas características que unem o PPS ao PSDB.

 

Sobre candidatura de governador Eduardo Campos nas eleições presidenciais.

Considero a presença do governador Eduardo Campos essencial a essa disputa. E não de agora, desde muito tempo. Tenho uma relação pessoal com o Eduardo que talvez ultrapasse mais de duas décadas, talvez chegando a três décadas. E acho que no momento em que figuras da expressão do Eduardo, da ex-ministra Marina, saem das hostes governistas e vêm militar no campo oposicionista, isso tem de ser saudado por nós como fortalecimento no campo oposicionista e uma sinalização clara de que este modelo de governo do PT, este ciclo de governo do PT está caminhando para seu final.

Tenho certeza que vamos encontrar, durante a campanha, muitas afinidades no nosso discurso. A condenação ao aparelhamento irresponsável da máquina pública, ao sucateamento das nossas empresas entregues à sanha de um partido político que abriu mão de ter um projeto de país, transformador como dizia ter, para se contentar em ter exclusivamente um projeto de poder. Queremos transparência absoluta na gestão das nossas contas. Tolerância zero com inflação. Portanto, o retorno e o fortalecimento das agências reguladoras como instrumentos de Estado.

Teremos o tema da refundação da Federação com o fortalecimento dos municípios e dos estados. São temas que nos permitirão um debate mais profundo nesta campanha eleitoral. Ao PT interessa esta dicotomia, interessa apenas esta polarização, esse nós contra eles, como se todos que apoiassem o governo fossem a favor do Brasil, e nós que questionamos o governo, que alertamos para o desgoverno que tomou conta do Brasil, não fossemos tão brasileiros como eles. Ao contrário, estamos tendo a coragem de não aceitar este governismo de cooptação, não é de coalizão, mas de cooptação que tomou conta do Brasil.

 

Sobre a renúncia de José Genoíno. Haverá impactos nas eleições em 2014?

Não vejo que impacto isso possa ter. Acho que esta questão eleitoral no que diz respeito ao mensalão já está aí precificada. Nós sequer faremos a campanha em cima desta questão. O que houve, a meu ver, foi a finalização, que ainda terá algumas etapas, mas caminha-se para seu final e o julgamento foi feito com base nas leis, o que tem de ser respeitado.

Não torço e nem me traz nenhuma alegria ao coração ver pessoas presas. Penso sempre no sofrimento das famílias, enfim, deles próprios, mas o que existiu foram crimes, segundo o Supremo Tribunal Federal, cometidos, a partir de provas apresentadas. Alguns foram condenados. Aqueles sobre os quais as provas não eram contundentes ou claras foram absolvidos. Agora, a questão clara que temos de dizer é que no Brasil de hoje, felizmente, pela luta de tantos brasileiros que nos trouxeram a democracia, não temos presos políticos, temos políticos presos.

Aécio Neves defende aprovação de projeto que garante Bolsa Família como direito social dos brasileiros

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) defendeu a aprovação, nesta quarta-feira (04/12), de projeto de lei de sua autoria que inclui o Bolsa Família no conjunto de direitos sociais dos brasileiros para combate e erradicação da pobreza. O PLS 448, de 2013, chegou à pauta de votação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e teve sua aprovação defendida também pelo relator do projeto, senador Cássio Cunha Lima. A votação, no entanto, deve acontecer na semana que vem, já que senadores da base do governo pediram “vista”, ou seja, prazo para analisar a proposta.

O projeto de lei apresentado por Aécio Neves incorpora o Bolsa Família à Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), que hoje garante programas de proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice. Para o senador, sua aprovação transforma o benefício em política do Estado brasileiro.

“O que a proposta busca é simplesmente elevar o programa Bolsa Família à estatura de programa de Estado. Queremos fazer com que o Bolsa Família deixe de ser apenas um programa de um governo, para que haja segurança para aqueles que o recebem e que possamos, a partir daí, definir outras etapas, outros caminhos para que, efetivamente, tenhamos no Brasil, políticas de superação da pobreza e não apenas de administração diária da pobreza. Vamos aguardar o retorno da matéria para que possamos colocá-la em votação”, disse Aécio durante discussão do projeto na CCJ.

Aécio Neves destacou a importância da LOAS, na qual está inserida atualmente a maior parte dos recursos de programas sociais de transferência de renda do país, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), criado em 1996 no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Nesta semana, a LOAS completa 20 anos.

“Cabe lembrar que é oportuno que essa matéria seja rapidamente discutida, porque exatamente nesta semana, no próximo dia 7, estaremos comemorando 20 anos da implementação da Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS). Me chamou atenção que um governo tão afoito a comemorar datas que lhe pareçam significativas tenha se esquecido dessa. Não há nenhum programa de transferência de renda, hoje, mais abrangente, mais expressivo, inclusive do ponto de vista do volume de recursos transferidos, do que o programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) que a LOAS absorve”, afirmou Aécio Neves.

Vestindo a carapuça

São impressionantes os ruídos estridentes dos falcões do PT sempre que percebem o risco de ver reduzido o uso indiscriminado – e às vezes criminoso – do Bolsa Família como instrumento eleitoral de manutenção do seu projeto de poder.

Só isso justifica uma reação tão virulenta como a do presidente do PT contra a iniciativa do PSDB de elevar o programa à condição de política de Estado, retirando-o da condição de benemerência de um partido – na qual o PT procura mantê-lo – e colocando-o sob proteção da Lei Orgânica de Assistência Social Brasileira (Loas).

Leia mais: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/141003-vestindo-a-carapuca.shtml